sábado, 25 de fevereiro de 2017

Mulheres e meninas yazidis, ex-cativas dos muçulmanos, pegam nas armas para se defender contra os estupradores




Die Sonnen-Brigade

Meninas e mulheres yazidis que escaparam dos estupradores e torturadores muçulmanos superam seus traumas graves lutando. A Tropa do Sol, na Síria, pretende defender os yazidis perseguidos contra as milícias dos muçulmanos.
Resultado de imagem para jesidische MädchenMuitas das moças estão com os peitos ou a vagina mutilada à faca ou cruelmente raspada, lixada ou com incisões e cortes. Os psicólogos, que cuidam delas, precisam muitas vezes ajuda por sua vez, porque são traumatizados somente por ouvir centenas de relatos sobre as perversões de muitos muçulmanos. (Foto: Irmã Hatune com vítima yazidi, uma das 1400 resgatadas e levadas para a Alemanha.)
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A guerra particular das mulheres contra o "Estado Islâmico"

Localizando o inimigo

Perto da cidade de Mossul, no Iraque, a combatente curda Haseba Nauzad examina de binóculo a linha de front que separa o território curdo daquele controlado pela organização terrorista "Estado Islâmico" (EI). Em cooperação com o Exército iraquiano, os curdos ganham cada vez mais terreno contra os jihadistas.



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Vanguarda da resistência

Inimigo localizado, é hora de atirar. Juntamente com a camarada yazidi Asema Dahir (3ª da dir.) e outras combatentes, Haseba mira os terroristas do EI. Como as ofensivas aéreas não bastam para derrotar os jihadistas, as yazidis e curdas formam a linha de frente no combate de solo.
O "Estado Islâmico" não teve piedade nem com os mais fracos. Implacavelmente perseguidos pelos fundamentalistas, em meados de 2014 centenas de milhares tiveram que procurar abrigo. Na época, esta foto de um ancião e suas acompanhantes deu a volta ao mundo como símbolo do sofrimento dos yazidis.
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Não à escravidão

Do ponto de vista militar, o "Estado Islâmico" ainda não está vencido, continuando a deter o controle sobre vastas regiões na Síria e no Iraque. As curdas e yazidis seguirão combatendo-o, e de quebra dão uma lição aos fundamentalistas: as mulheres não nasceram para ser escravas.




quinta-feira, 16 de junho de 2016

quarta-feira, 6 de maio de 2015

O suposto direito dos homens muçulmanos sobre mulheres e meninas de outras religiões

Um teólogo egípcio do islão alegou que as mulheres e meninas de um país conquistado tornam-se propriedade dos conquistadores. O erro foi feito no século VIII, quando os muçulmanos conquistavam o Egito, mas não tomaram todas as mulheres e meninas para si. Por isso um homem egípcio, que hoje em dia prende uma menina cristã e fica com ela, ele só toma posse do que já há séculos deve ser dos muçulmanos.

Relato: "No instante antes de estuprar uma menina não muçulmana de 12 anos o combatente do Estado Islâmico achou o tempo para explicar que o que estava a fazer não seria pecado. O Alcorão daria-lhe o direito de estuprar a menina, porque ela estaria na idade de adolescência e pratica uma outra religião, diferente do islã. O Alcorão não lhe daria somente o direito, mas incentivaria-o também.
Então ele lhe amarrou as mãos e amordaçou-a. Em seguida, ele se ajoelhou ao lado da cama e caiu em oração. Depois do estupro ajoelhou-se de novo e praticou a devoção devida. Eu disse várias vezes que o ato seria muito doloroso para uma menina tão pequena e com uma cintura tão fina, que um adulto cingiria-a com duas mãos. Mas ele disse que o islã permite o estupro de incrédulas. Falou que se sentiu mais perto de Alá quando me estuprou."(Fonte: w55241n5q.homepage.t-online.de/Musl-Mann,Nichtmusl.-Frau.29.2.16.pdf

Muitas mulheres e meninas estupradas ouvem frases como a razão de existirem as mulheres cristãs é servirem para o divertimento dos homens muçulmanos.

Depois do estupro de uma menina de 9 anos em Paquistao uma ativista dos direitos humanos disse:
"Tais incidentes ocorrem regularmente. As meninas cristãs são consideradas como bens que podem ser danificadas à vontade. Abusá-las é um direito. De acordo com a mentalidade da comunidade não é mesmo um crime. Os muçulmanos consideram-nas como despojos de guerra."

Um muçulmano da Somália preso na Inglaterra depois de um estupro em massa de uma garota inglesa disse ao juiz que na Somália é comum e faz parte da cultura que os rapazes muçulmanos (a maioria no país) dividem as meninas cristãs entre si.

Ele contou isso sem vergonha, e seu advogado disse que não seria justo punir um rapaz que somente pratica o que aprendeu na cultura dele. Assim como pedimos dos russos mais tolerância para pessoas que praticam homosexualismo e outros modismos do mundo ocidental, deveriamos também praticar tolerância com costumes diferentes de pessoas que vêm de outras culturas.

Como sempre quero destacar que não todos os muçulmanos são violentos, perversos e estupradores. Pelo contrário, muitos são pacíficos e nem conseguiriam matar ou estuprar incrédulos. Muitos até ajudam a perseguidos como cristãos para escaparem aos perseguidores. Mas a presença do islã garante que essas ideias ruíns se espalham em todas as cabeças.

O mesmo vale sempre também para outros grupos violentos como hooligans, nazistas etc. Na época de Hitler também devia se destacar que não todos os nazistas eram violentos e perversos. Pelo contrário, muitos eram pacíficos e nem conseguiriam matar ou torturar judeus. Muitos até ajudavam a perseguidos como judeus para escaparem aos perseguidores. Mas a presença do nazismo garantia que essas ideias ruíns se espalhavam em todas as cabeças.

Queremos apelar aos muçulmanos pacíficos e tolerantes que tentem freiar seus correligionários, e queremos alertar os outros dos perigos.



quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

O Estado Islâmico do Iraque e do Levante (EIIL)

O Estado Islâmico do Iraque e do Levante (EIIL), ou Estado Islâmico do Iraque e da Síria (EIIS), é uma organização jihadista islamita de orientação Wahhabita que opera majoritariamente no Oriente Médio. Também é conhecido pelos acrônimos na língua inglesa ISIS ou ISIL. O nome em árabe, ad-Dawlat al-Islāmiyah fī al-ʿIrāq wa sh-Shām, leva ao acrônimo Da'ish, ou Daesh, aportuguesado como Daexe. Em 29 de junho de 2014, o grupo passou a se autointitular simplesmente "Estado Islâmico" (EI, em inglês IS) (em árabe: الدولة الإسلامية, ad-Dawlat al-Islāmiyah). Um califado foi proclamado, com Abu Bakr al-Baghdadi como seu califa, ainda que sem o reconhecimento pela comunidade internacional. O EIIL afirma autoridade religiosa sobre todos os muçulmanos do mundo e aspira tomar o controle de muitas outras regiões de maioria islâmica, a começar pelo território da região do Levante, que inclui Jordânia, Israel, Palestina, Líbano, Chipre e Hatay, uma área no sul da Turquia. Diversos grupos e até regiões completas no mundo inteiro reconhecem a autoridade do Estado Islâmico.
O Estado Islâmico obriga as pessoas que vivem nas áreas que controla a se converterem ao islamismo, além de viverem de acordo com a interpretação sunita da religião e sob a lei charia (o código de leis islâmico). Aqueles que se recusam podem sofrer torturas e mutilações, ou serem condenados a pena de morte. O grupo é particularmente violento contra cristãos, muçulmanos xiitas, assírios, cristãos armênios, yazidis, drusos, shabaks e mandeanos. Também ateus ou pessoas sem religião são perseguidos da mesma maneira.

Os islamistas não querem que meninas
frequentem escolas. Famosa virou uma
garota de Paquistão depois de ser baleada
por frequentar uma escola. Na Nigéria o
governo fechou mais de 100 escolas para
meninas por causa da pressão dos
islamistas, que atacam tais escolas,
matam, sequestram e estupram as meninas.
Quando muçulmanos matam cristãos precisam de uma explicação diante da religião do islã, porque o Alcorão (livro santo do islã) protege os cristãos e judeus como religiões parecidas. Mas sempre se inventam pretextos como que os cristãos tivessem começado a guerra etc.
Já para estuprar mulheres e meninas cristãs e de outras religiões não precisam de pretextos, porque o Alcorão permite o uso e abuso de moças capturadas. Alguns teólogos moderados alertam que essa permissão vale só para uma guerra, mas os muçulmanos reportam-se a essa aya (verso) também para estuprar meninas da vizinhança que eles levam em uma casa sob pretextos e trancam-nas para poder reclamar o direito sobre uma menina capturada. Outros alegam que estão em guerra permanente contra os EUA e por isso teriam o direito de estuprar cristãs e outras meninas.
Assim os estupros viraram um meio de missão, porque as meninas têm que virar muçulmanas para os estupros pararem. Se a menina persiste depois de meses, será mandada de volta para sua família com um mamilo lixado na soleira da porta do estuprador ou com um mamilo, clitóris ou outra parte cortada para terrorizar a família e a população cristã em geral, ou a menina será vendida para a escravidão, prostituição forçada ou martimônio forçado. Na média as meninas têm 14 ou 15 anos, com variação de 8 até uns 28 anos.
Igreja cristã confiscada e fechada em Aleppo.
Um teólogo egípcio do islão alegou que as mulheres e meninas de um país conquistado tornam-se propriedade dos conquistadores. O erro foi feito no século VIII, quando os muçulmanos conquistavam o Egito, mas não tomaram todas as mulheres e meninas para si. Por isso um homem egípcio, que hoje em dia prende uma menina cristã e fica com ela, ele só toma posse do que já há séculos deve ser dos muçulmanos.



Links com mais detalhes: https://www.ofimdostempos.com/estado-islamico-ei-isis/ com vídeos de propaganda do EI


A Fundação Internacional Hatune

Irmã Hatune fala sobre as perseguiçoes de cristãos na Turquia, Iraque e Síria, pelos isalamistas. Chacinas, estupros em massa de meninas a partir de 9 anos e torturas.


O site novo da Fundação Irmã Hatune Internacional: Leia a verdade sobre o islã e conhece o trabalho de uma fundação independente, que arrisca salvar meninas cristãs, yazidis e outras das garras crueis dos "guerreiros" do Estado Islâmico: Fundação Irmã Hatune Internacional

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